Linguagem #7 – A REVIRAVOLTA METODOLÓGICO-PRAGMÁTICA

Neste capítulo, trataremos de explicar a obra em estudo através de dados históricos e de categorias fundamentais do pensamento wittgensteiniano. Pô-lo-emos em relação com as perspectivas de Platão e de Aristóteles, por julgar ser esta a forma mais apropriada de confirmar sua nova vertente do ponto de vista segundo o qual seus predecessores abordaram respectivamente a linguagem e a lógica. Esclarecemos que optamos por trabalhar com os autores supramencionados por acreditarmos que atendem melhor as finalidades desta pesquisa, sendo que, neste momento da argumentação, daremos ênfase ao estudo das formas de vida e dos jogos de linguagem, considerando-os como categorias sem as quais seria impossível cumprir mais esta etapa de nosso trabalho. No transcorrer deste estudo, identificaremos elementos comuns tanto à filosofia de Platão como à de Aristóteles, encontrando em neste último maior amparo para o desenvolvimento de todo o conjunto da obra de Wittgenstein. Veremos que, das categorias originalmente ideadas, umas foram imprescindíveis para que Wittgenstein chegasse à sua teoria do Tractatus, outras, para que viesse a superá-la em suas Investigações Filosóficas.


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