Todos os posts de Ricardo Cunha

É formado em Filosofia, especializado em Gestão de Pessoas, futuro Administrador de Empresas e atua como Analista / Auditor de Departamento de Pessoal. Tem interesse em participar de projetos para além de sua área de atuação.

Qual é a tua obra?

“Inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética”

Neste livro, o professor Mário Sergio, oferece componentes para a construção de reflexões sobre o trabalho e sobre a forma como o encaramos. Apresenta elementos que ajudam a preparar nossas para se abrir a novas noções como, por exemplo, a substituição da ideia de trabalho como castigo por um conceito de algo que vai além do mero respeito às normas laborais e da execução das tarefas.

Nesse sentido, o trabalho deve ser ressignificado para algo tão superior quanto a realização de uma obra. Obra esta, que permanece no tempo a despeito da passagem da pessoa que a realizou e constituirá o conjunto de saberes desenvolvidos pela empresa de modo a servir a todos os que ali passarão. Nesta perspectiva, os atos de pensar estrategicamente, de dar ou de executar ordens, adquirem contornos cujos limites se expandem para algo que pode ser nomeado de prazer e dá às relações de trabalho um significado equiparado a isto que chamamos de espiritualidade.

“Qual é a tua obra?” não é manual. Ao contrário, pretende ser o elo que media e concilia as expectativas de patrões e empregados, chefes e subordinados de modo que ambos possam refletir e identificar o que há de mais gratificante no desempenhar de suas atribuições e almeja que cada um possa identificar aspectos de liderança no ato de executar suas atividades diárias para, dessa forma, enxergar significados e elevar o trabalho cotidiano em experiências transformadoras.


Autor: Mário Sergio Cortella;
Editora: Vozes;
Idioma: Português;
Páginas: 144;
Ano: 2015.



Feedback: você está acolhendo ou apenas dando sua opinião?

“O feedback é importante mesmo se tudo estiver correndo bem”

É inegável: o colaborador que trabalha satisfeito, ciente das suas responsabilidades com a empresa e que sabe que seu trabalho é reconhecido e valorizado rende muito mais. A incerteza do colaborador sobre se sua forma de trabalho e os resultados que entrega estão dentro do que a empresa espera pode ser muito prejudicial para o seu rendimento, o que acaba por refletir no desempenho da empresa como um todo. Por isso a grande importância do feedback para o desenvolvimento de toda a equipe.

A palavra feedback vem do inglês, e representa a junção de feed (alimentar) e back (de volta), ou seja, essa tradução pode ser tida como o ato de realimentar, dar resposta a uma atitude ou comportamento. Em outras palavras, o conceito de feedback é definido como a comunicação feita entre duas ou mais pessoas, na qual uma delas é avaliada pelos demais com relação às suas ações, comportamentos, tarefas, entre outros.

Basicamente, esse conceito é aplicado quando uma pessoa conta à outra o que acha sobre a sua performance e como ela pode torná-la melhor. Isso faz com que o desempenho melhore, e que a pessoa descubra algo que ela nunca percebeu.

A prática do feedback é considerada pelos profissionais como a melhor forma de medição e avaliação de seu desempenho. É comum que empresas percam grandes colaboradores pela simples falta de prática de aplicar feedbacks. Na incerteza sobre se seu trabalho está de acordo com os desejos da empresa, muitos colaboradores optam por procurar outro lugar para trabalhar, por acreditarem que esta decisão seja mais segura. A incerteza gera um estresse e mal-estar desnecessário no ambiente de trabalho e em toda a equipe, que pode trazer consequências desastrosas para o resultado da empresa.

O feedback é importante mesmo se tudo estiver correndo bem. Meta atingida e resultados satisfatórios merecem elogios, as pessoas são vaidosas e necessitam saber que seu trabalho duro foi reconhecido. Feedbacks negativos são igualmente importantes, pois permitem que o colaborador compreenda onde está a sua falha e consiga revertê-la em tempo hábil.

Um jeito mais humano de dar feedback

A pergunta de hoje é: Você está dando feedback ou sua opinião? Carol Manciola, Sócia-Diretora da Posiciona Educação e Desenvolvimento, faz algumas provocações em seu livro “Bora Bater Meta” sobre o assunto e compartilha um jeito mais humano de dar feedback.

“Criar um ambiente de confiança amplia a frequência e a intensidade dos feedbacks. Se compreendo que estou sendo sinalizado ou orientado a fazer diferente porque o outro quer o meu bem, fico mais disposta a me arriscar e a me expor. Quanto mais me exponho, mais feedback posso receber e mais rápido posso fazer as correções necessárias à minha evolução”. Confira o método a seguir:

Primeiro passo – Checar a Consciência

O colaborador tem consciência da situação? Se sim, vá para a próxima etapa. Se não, torne consciente a ação relatando o fato observado.

Segundo passo – Checar a compreensão do impacto

O colaborador reconhece o impacto que o fato tem? Se sim, vá para a próxima etapa. Se não, discutam juntos os possíveis impactos causados pelo comportamento, exercitando a empatia.

Terceiro passo – Educação

O colaborador sabe como fazer diferente? Se sim, avaliem juntos se o jeito adotado é o melhor diante da expectativa de resultados. Se não, oriente a pessoa sobre como fazer diferente. E observe. Reconheça se ela agiu corretamente. Se não, reinicie o processo.

Por final, agradeça, observe, disponibilize-se, empodere e gere compromissos. “Costumo dizer que a história de alguém é importante, mas os resultados conquistados por meio de suas atitudes é ainda mais. Observar padrões de comportamento é a melhor maneira de entender se a maneira de fazer algo é adequada ou não”, finaliza Manciola.


FONTE

Administradores.com

LinkedIn – Dicas para um perfil campeão

LinkedIn é, hoje, a principal rede social para network. Tanto empregadores quem busca recolocação usa a plataforma para a divulgação de seus resultados profissionais. Por isso, listamos algumas dicas que ajudarão a criar um perfil campeão.

Perfil em outro idioma

Algumas pessoas escrevem o seu perfil em outra língua, grande parte em inglês, o que eu não aconselho, pois ter um perfil somente em inglês, limita um pouco o seu alcance. Sim, vivemos em um mundo no qual a língua inglesa é importantíssima e por isso é essencial que tenhamos o domínio dela, isso sem dúvida. Porém, lembre-se que nem todos falam a língua, inclusive alguns recrutadores, pense nisso! O que muitos não sabem é que há um recurso que permite que você crie um “espelho” do seu perfil em outra língua, com um link idêntico ao original. Portanto você não precisa ter um perfil somente em inglês ou em outra língua. Você deve acessar a opção “Editar perfil”, colocar o mouse em cima da seta ao lado do botão azul “Visualizar perfil como” e selecionar a opção “Criar perfil em outro idioma”. Você será então direcionado para uma página que permitirá editar suas informações na língua escolhida.

Desative atividades temporariamente

Todas as atividades que você realiza na rede aparecem para seus contatos, quando você troca uma foto, quando você faz uma alteração em seu perfil, se você inclui alguma experiência de trabalho, etc. Caso você não queira que as pessoas vejam que você está atualizando seu perfil, você precisa desligar temporariamente esse recurso. Para isso, clique em Settings no menu abaixo do seu nome no canto direito superior. No “Perfil”, clique em “Turn on /off para Activity Broadcasts”. No pop-up que aparece, desmarque a caixa e clique em Salvar. Mas não esqueça de voltar a essa definição e verificar se a atualização foi realizada com sucesso no seu perfil.

Palavras-chave

Muitos sabem que o recrutadores utilizam filtros em vários sites para conseguir candidatos, no LindedIn não é diferente. É por isso que as palavras-chave são tão importantes. Para ficar na mira dos recrutadores e aumentar suas chances de recolocação , alinhe suas palavras-chave com o cargo que você está tentando conquistar. Você pode procurar no google sua descrição de cargo, basta colocar sua função e a palavra “descrição de cargo” e você encontra várias pesquisas que poderá se basear, compare o que você faz hoje com a sua descrição, veja se faltam palavras essenciais das suas atividades e preencha seu perfil. Caso você tenha dificuldade, existem várias ferramentas que poderão ajudá-lo nessa tarefa. É recomendado você usar mais de uma. Aqui estão algumas: Google AdWords, WordStream Keyword Tool, KeywordEye, KeywordSpy e SEMRush.

URL Personalizada

URL é o endereço que você será localizado no Linkedin. Quando você personaliza a URL torna a busca mais fácil e mais atraente do que uma sequência de letras e números sem sentido. Pode ser construída com seu primeiro e último nome e incluir mais informações. Para configurar a sua URL, clique em Perfil no menu superior e escolha Editar Perfil. Em seguida, clique em na figura da engrenagem, ao lado da URL abaixo da sua imagem. No lado direito da página, sob suas configurações de perfil público, é onde a sua URL atual é listada. Clique em editar para personalizá-la.

Recomendações

As Recomendações de ex-chefes, colegas de trabalho são muito importantes no seu perfil da rede, elas dizem muito sobre você e tem o mesmo valor de uma referência profissional. Como conseguir uma recomendação de meus colegas? A melhor forma para se obter uma recomendação é recomendar alguém. Procure apenas pessoas que conhecem bem o seu trabalho. O mesmo vale para recomendar, só recomende quem você tem confiança no trabalho executado.

Crachá do LinkedIn blogs e sites

Já pensou em usar o logo do LinkedIn na assinatura de e-mail, site, sites de redes sociais ou em outros perfis? Sim, isso é possível, através de um recurso que está disponível para todos. E mais, isso cria backlinks para sua página de perfil, o que melhora a sua visualização e ranking no site. Para isso será necessário utilizar um código que o Linkedin disponibiliza. Clique em Perfil e depois em Editar Perfil. Agora clique no mesmo lugar que você fez para ver a URL personalizada. Na coluna do lado direito de navegação, próximo ao fundo, você verá “Badges” ou “Seu crachá de perfil público”, logo abaixo, clique no link e lá terá todas as instruções de como criar um distintivo perfil. Caso tenha dúvidas, entre em contato com a central de ajuda do Linkedin.

Compartilhe o seu trabalho

Um recursos interessante. Existe uma forma de divulgar o seu trabalho nos seus grupos. Caso você queira adicionar links para seus artigos, ou profissionais da área de TI que queiram mostrar as diferentes formas de tratar um problema ou compartilhar links para diferentes ferramentas, informações sobre tecnologias relevantes, isso é possível. Através de aplicativos do LinkedIn, é possível compartilhar apresentações do PowerPoint, ou armazenar uma cópia de seu currículo que está disponível para download. Procure na página Applications LinkedIn.

Headline

Headline nada mais é do que o título do seu perfil, ou seja a função para a qual você trabalha ou está procurando recolocação. Lembre-se seu perfil navega por toda a rede com esta informação, portanto ela é importantíssima, é através dela que todos identificarão a sua identidade profissional. Se você está procurando recolocação, ou está em fase de transição de carreira, você pode colocar a descrição da função que esteja mais alinhada aos seus interesses hoje. Você pode também não ficar limitado a apenas uma, pode colocar algumas das funções que você hoje se dispõe a trabalhar. Lembre-se, este campo tem 140 caracteres, use-o com inteligência. Coloque de maneira clara, evite colocar seu título em inglês. O linkedin tem a possibilidade de fazer um “espelho” do seu perfil todo em inglês, como já expliquei no primeiro tópico. Portanto use seu perfil principal em português.

Contatos

Se você tem muitas conexões e quer organizá-las de maneira que fica fácil sua busca, este recurso será muito útil. Você poderá criar listas, é muito fácil. No menu “Minha rede”, clique em “Conexões”. Abaixo das últimas atualizações dos seus contatos, você verá o nome de todas as pessoas que já adicionaram você no LinkedIn. Clique em “Marcador” para classificar aquele pessoa em um determinado grupo, como “colegas de classe”, “amigos” ou “parceiros”. Se você preferir, também poderá criar novos marcadores e mais tarde fazer buscas segmentadas por contatos de acordo com suas “listas”.

Aprimoramento de networking

Como isso pode te ajudar? fazendo buscas das páginas das universidades no linkedin, você pode encontrar ex-alunos que trabalham em empresas que você gostaria de trabalhar e que podem ser inclusive pessoas com as quais você conviveu. Com isso você pode conseguir aproximação com estas pessoas e melhor seu networking. É um bom caminho para quem não sabe como começar a interagir na rede em busca de melhorar seus contatos ou mesmo conseguir mais chances de recolocação. Para descobrir este recurso vá em minha rede, encontrar ex-alunos, que encontra-se na página principal, logo abaixo de pesquisa.

Ferramenta para medir seu comportamento na rede.

Existe um ferramenta do LinkedIn que chama-se “Social Selling Index” ou “Indice de Vendas sociais”. Esta ferramenta faz uma avaliação do seu comportamento na rede, com base nas suas informações de interação. Com isso você pode medir sua eficácia em estabelecer uma marca profissional, localizar pessoas e cultivar relacionamentos, ou seja, como você está desenvolvendo o networking.


REFERÊNCIAS:

A sociedade contemporânea e a crise comportamental

“Uma reflexão sobre os anos velhos”

Muitas vezes na infância ouvi falar em “no futuro isto…”, “no futuro aquilo…” vai ser diferente. (…) Passaram-se os anos e, esse futuro parece nunca ter chegado para umas coisas. Para outras, sim!

Contudo, assumindo-se que o futuro seja o hoje, diria que os últimos anos foram marcados pela descartabilidade. Um espaço no tempo em que muitas coisas se prenunciaram, nasceram e se passaram de uma forma tão efêmera que nem tiveram tempo de significar algo.

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A implicação disto para a nossa vida prática é que certas coisas foram descartadas sem que delas tenhamos tirado aprendizados úteis para a humanidade. E isto, em grande parte, tem ocorrido função da quantidade e da velocidade da informação, que tem provocado mudanças tão radicais na dinâmica das relações, que os fenômenos sociais mais corriqueiros parecem estar se tornado cada vez mais carentes de significado.

Como adaptar-se à mudanças tão rápidas num mundo tão barulhento? É preciso ter estrutura psíquica bem constituída. E, esse aspecto, que é fundamental para a construção da personalidade de quem quer que seja é, de um modo geral, desenvolvido no ceio da família, com base no modelo de criação adotado pelos pais. Entretanto, se esse modelo apresenta algum tipo de desconformidade com o “estabelecido”, pode apresentar efeitos colaterais severos para a coletividade.

Um deles é a ausência dos referenciais adquiridos na infância, que pode levar o indivíduo à uma inversão ou a uma dessignificação dos valores vigentes. Um exemplo disto é a confusão existente entre as questões psicológicas e religiosas, éticas e legais, políticas e filosóficas. Disto segue-se que, sendo o agir humano pautado pelo uso de modelos referenciais, pode-se atribuir à crise desses modelos, a degeneração da sociedade.

A crise da família, entendendo-a como instância doadora de significado às relações particulares, contribui para a crise da sociedade como um todo. É notório que hoje, a humanidade acumula mais crises do que soluções. Dessa forma, por exemplo, é que se dá a crise ética e moral que perpassa o país em todos os níveis e segmentos da sociedade.

Não nos damos contas, mas como seres sociais. Temos a necessidade quase fisiológica de influenciar e de ser influenciados. Esse processo de troca é inerente a nossa condição humana.

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Nesse sentido, 1) num momento em que se prega, cada vez mais, a libertação do homem e 2) num momento em que as possibilidades de se fazer o que se quer nos são dadas de forma tão múltiplas, escolher torna-se cada vez mais difícil. Disso decorre também, a crise do “Eu”. Pois, como os referenciais individuais devem estar validados por um modelo social, o “Eu” não pode se constituir de forma independente.

Assim, considerando que os modelos expressam padrões instituídos em sociedade e que essas escolhas são assinaladas pela necessidade de rompimento de padrões, porque escolher? E, para quê? (…) Já que estes modelos podem ser traduzidos justamente pela manutenção dos padrões que durante muito tempo tolheram e aprisionaram em nome de verdades estáticas.

As convenções, que se estabelecem como norma tácita do modo de agir em sociedade, estão aí para orientar o agir humano, no entanto, não são garantias para ninguém.

De onde se deduz que o momento em que nos encontramos pode ser traduzido pelo desejo coletivo de abandonar os velhos modelos. Isto é, pela necessidade de fazer algo de efetivo para a emancipação do homem. Pela urgência de enfrentar os preconceitos, as violências cotidianas e às várias formas de intolerância.

Como conclusão temos que, é notória a contradição entre o que desejamos e o que fazemos de fato para transformar a sociedade. E essa contradição, que se coloca como obstáculo para a evolução da sociedade, nos distancia da humanidade que apregoamos. E para piorar, peca principalmente por excluir do seu discurso, um alinhamento geral em favor da vida e pelo respeito a pessoa humana.


Ética profissional – O que fazer quando a dúvida bater?

“Seria ética a conduta do profissional da Contabilidade, omitir informações relevantes, no que diz respeito aos informes contábeis?”

Nesta situação hipotética, temos um caso simples, mas que pode causar grande embaraço para profissionais e empresas. Portanto, para desmistificar esse tipo de questionamento, apresentamos uma reflexão clara e simples sobre o tema:

Antes de tudo, é conveniente fazer uma distinção entre ética e moral. Enquanto conjunto de princípios, a ética nasce dos valores e costumes praticados em sociedade. Já a moral, é prática e foi estabelecido pelos homens com base no seu comportamento efetivo e diz claramente o que fazer e o que não fazer. Noutras palavras, enquanto a Moral afirma: “faça isto, não faça aquilo!”, a Ética é uma voz interior que diz: “porquê eu devo fazer isto e não aquilo?”. Assim, fica claro que a atitude ética surge da reflexão dos efeitos das ações individuais sobre aquilo que é considerado justo e certo.

De toda forma, objetivando não fundamentar a discussão apenas em elementos filosóficos, para que nenhum profissional peque por desconhecimento, existe o Código de Ética Profissional do Contador, que estabelece claramente os comportamentos adequados para toda a categoria. E conhecendo-o, não há como justificar desvios de conduta por parte de quem quer que seja.

Nesse sentido, de acordo com os elementos filosóficos e com o referido código, pode-se afirmar que omitir informações relevantes, no que diz respeito aos informes contábeis é uma atitude que contraria o Código de Ética Profissional do Contador e portanto, não seria ético.

Aí você pode vir a dizer:

“tudo bem, eu não sou contador, portando não precisarei lidar com esse tipo de questão!”.

E a resposta mais uma vez é simples:

Todos temos que lidar com dilemas éticos em algum momento, portanto, esta reflexão vale para todas as categorias de profissionais!


Referências:

Responsabilidade Social Empresarial: ainda é uma boa estratégia de negócios

O atual nível de competitividade do ambiente empresarial exige novas estratégias para que as empresas consigam manter-se no mercado. Na busca pelo algo mais, são levados em contas os anseios da sociedade por comportamentos éticos e pela preocupação com o bem-estar social. De forma a unir os interesses da sociedade com os das empresas surge a responsabilidade social empresarial, uma conduta coerente com a ética pública na qual os interesses da organização ficam preservados e são gerados inúmeros benefícios à sociedade. Com isso ganha a empresa e ganha a comunidade. Desta forma, a responsabilidade social empresarial apresenta-se cada vez mais importante com um diferencial de vantagem competitiva, induzindo ao desenvolvimento de novas estratégias de negócios.

Convivemos hoje com um cenário empresarial altamente competitivo, alimentado por novas tecnologias, informações, novos métodos e sistemas cada vez mais especializados que propiciam maior eficiência. Nesse contexto, possuir um “diferencial” torna-se, inclusive, fator de sobrevivência.

Questões como qualidade, flexibilidade, segurança e comodidade, já não são suficientes. O consumidor considera esses fatores como básicos e busca sempre novos atributos. É preciso algo mais. Apesar da corrida incessante pelo domínio do mercado, a organização empresarial não pode deixar de lado os valores éticos e o respeito pelos consumidores.

Devido ao papel estratégico que ocupam na sociedade, as empresas carregam consigo um grande poder de interferência no ambiente externo à sua estrutura física. Suas decisões podem afetar não apenas os seus colaboradores, mas também toda a sociedade na qual está inserida. Por esse motivo, suas ações devem ser pensadas também por uma ótica social, buscando um crescimento econômico sustentado na dignidade humana e reconhecendo seu papel como importante agente de transformação social.

A organização que busca esse crescimento “economicamente correto”, que se preocupa com a comunidade, assumindo a conseqüência por seus impactos e que se permite ofertar benefícios sociais, transformando parte dos lucros em ganho social, estará ganhando pontos fundamentais, estará sendo socialmente responsável.

Responsabilidade social empresarial é uma forma de conduzir os negócios que torna a empresa peça importante no desenvolvimento social. Trata-se de criar uma harmonia entre as necessidades da comunidade e da empresa, através do planejamento de práticas coerentes com ética pública, na qual ficam preservados os interesses da organização, sem comprometimento das ações que contribuam para o bem-estar e o desenvolvimento da sociedade como um todo.

Ao permitir que a empresa utilize seus recursos naturais, empregue mão-de-obra e comercialize produtos e serviços, a sociedade espera obter algum retorno. Cabe à organização empresarial aproveitar ao máximo as oportunidades oferecidas e garantir uma troca justa que beneficie ambas as partes.

Investir em responsabilidade social significa investir em imagem, importante fator de vantagem competitiva. Permite não apenas a aquisição de novos consumidores, mas possibilita também à organização empresarial agregar maior valor aos produtos e serviços. A sociedade aceita desta forma, pagar um pouco mais e cobra investimentos em ações sociais.

No entanto, a responsabilidade social deve partir de uma consciência sincera da empresa, deve representar um valor de sua cultura organizacional. Do contrário terá não terá o efeito esperado. O consumidor sabe e, essencialmente, valoriza a diferença entre empresas que são socialmente responsáveis e outras que não têm essa preocupação.

O surgimento e fortalecimento deste tipo de empresa, capaz de conseguir um crescimento econômico sustentado na preocupação social, é uma realidade cada vez mais exigida pela sociedade. Com investimentos em responsabilidade social, ganha a empresa e ganha a sociedade. Representa a aplicação da prática ética, simbolizada por ações orientadas pelo respeito aos interesses da coletividade.


FONTE

Aposentadoria: Até que idade compensa entrar na previdência privada?

Será que você está velho demais para começar um plano de previdência privada ou ainda dá tempo de juntar um dinheirinho para aproveitar a aposentadoria? A questão ganhou mais relevância recentemente com a reforma da Previdência, que deve endurecer as regras para se aposentar. O UOL conversou com especialistas para saber até quando compensa fazer esse tipo de investimento.

No mínimo 8 anos de duração

O consenso entre os especialistas ouvidos é que o investimento em previdência privada deve ser de pelo menos oito anos para valer a pena. O ideal é chegar a dez anos. Por isso, se você tem entre 55 e 57 anos e quer se aposentar aos 65, ainda está em tempo.

O ideal mesmo seria começar antes. Como teria mais tempo, precisaria guardar menos a cada mês, o que pesaria menos no bolso. Para quem não se preveniu, não é preciso desanimar.

Imposto menor faz muita diferença

Um dos grandes atrativos dos planos de previdência privada é a questão tributária.

Enquanto aplicações tradicionais, como CDBs, títulos públicos e ações, têm desconto de pelo menos 15% de Imposto de Renda, os planos de previdência do tipo VGBL podem pagar apenas 10% sobre os rendimentos. Para ter direito a essa vantagem, é preciso deixar o dinheiro investido por dez anos.

A tabela de IR dos fundos VGBL com tributação regressiva, que são os mais comuns, começa em 35% e diminui cinco pontos porcentuais a cada dois anos. Isso quer dizer que após oito anos, o IR cai para 15%, ficando em linha com outras aplicações de renda fixa. Nesse caso, já compensa investir, mas o ideal seria ficar dez anos, pois o IR cairia para 10%.

Os planos de previdência também têm uma vantagem tributária em relação aos fundos de renda fixa porque não têm a incidência do “come-cotas”, segundo Bernardo Barboza, chefe de Vida e Previdência da Genial Investimentos.

“Como o fundo de previdência [do tipo VGBL] não sofre esta tributação ao longo do tempo, mas somente no final da aplicação, faz uma boa diferença porque o dinheiro rende mais”, afirmou.

Existem também fundos de previdência com tabela de tributação progressiva. Nesse caso, as alíquotas do IR variam conforme o valor que será resgatado. Essa tabela segue as mesmas alíquotas que são aplicadas no salário (que variam até 27,5%). Quanto maior for o valor do resgate, maior será o imposto.

Essa opção é mais interessante para quem tem uma renda menor na hora do resgate. Quem tem renda mensal de até R$ 1.903,98 será isento de IR nesse investimento.

Além da aposentadoria

Os fundos de previdência não têm sido usados apenas para quem planeja se aposentar, mas também como opção de investimento com prazo maior que dez anos –é o caso de pais que investem para pagar a faculdade dos filhos pequenos.

Segundo o consultor financeiro André Massaro, o que determina se o plano de previdência é uma opção boa ou ruim é o tempo que a pessoa pode ficar sem mexer naquele dinheiro para poder aproveitar a vantagem fiscal. “Não tem relação com a idade dela. Pode ser para uma criança ou para uma aposentadoria”, disse.

Ou seja: se você acha que pode precisar do dinheiro no curto prazo, um plano de previdência não é boa opção.

Melhor para os herdeiros

Além da questão fiscal, os planos de previdência têm outra vantagem: permitir a transferência dos recursos diretamente para os beneficiários em caso de morte, sem precisar passar pelo inventário.

Segundo Barboza, da Genial, os beneficiários recebem os recursos em até 30 dias, enquanto o processo de duração de um inventário pode levar de um a dois anos. “Existe gente que gosta de deixar um valor em previdência privada para os seus dependentes receberem rapidamente e sem muita burocracia”, afirmou.

Atenção para a rentabilidade

É preciso tomar cuidado na hora de escolher um fundo de previdência privada, pois muitos não conseguem uma rentabilidade interessante e cobram altas taxas de administração. De acordo com um levantamento da gestora de investimentos Monetus, nos últimos 12 meses corridos apenas 52% dos fundos de previdência conseguiram retorno superior ao CDI.

Segundo o diretor de Produto da Monetus, Vinícius Soares, fundos mais conservadores que investem em renda fixa devem ter taxas de administração de 0,5% para valerem a pena. “No entanto, existem fundos deste tipo com taxas de 3% no mercado”, declarou.

Fundos de previdência que investem em diferentes tipos de ativos (multimercados) e em renda variável costumam ter retornos melhores, mas também trazem mais risco. Por isso, não são recomendados para pessoas perto da idade de se aposentar.

Segundo Soares, fundos mais arrojados, que apresentam bons rendimentos, em geral cobram 2% de taxa de administração, porém os retornos melhores nesses casos justificam tal taxa.

Errata: o texto foi atualizado:

A comparação com a tributação de fundos de renda fixa só se aplica a planos de previdência do tipo VGBL. O texto foi alterado para incluir essa informação.

Fonte:

Oferta de Emprego x Recolocação Profissional

Business Handshake

Ficar desempregado pode ser um baque, mas com um pouco de organização e estratégia você pode se recolocar no mercado e até mesmo dar uma guinada na carreira. A recolocação profissional fica mais fácil e rápida quando você mantém o foco nas atitudes e tem um plano de ação para voltar ao mercado.

Sabemos que a situação é complicada no momento atual, mas com atitudes e disposição é possível. Por isso, visando ajudar, segue 10 dicas que podem ser úteis:

1. Organize suas finanças

Uma demissão pode desestabilizar o profissional não apenas emocionalmente, mas também financeiramente. Organize suas contas de forma racional e esteja preparado para ficar um período maior do que o esperado sem emprego. Assim você correrá menos riscos de entrar no modo “desespero” e terá mais tranquilidade e estabilidade emocional para enfrentar essa fase.

2. Reflita sobre seus objetivos de carreira

Aproveite para refletir sobre a sua trajetória profissional, listando suas principais conquistas e aprendizados. Pensar na experiência que você acumulou também reforça a autoestima e ajuda a adotar uma postura mais positiva. Estabeleça o que quer de sua carreira daqui para a frente, trace suas metas e objetivos profissionais antes de sair disparando o currículo por aí.

3. Atualize seu currículo

Depois de refletir sobre suas qualidades e experiência, capriche na atualização do currículo. Ressalte os resultados que você conseguiu e alimente as redes sociais profissionais (como o Linkedin) e seu portfólio de projetos (se for o caso). Se você estiver se candidatando a uma vaga específica, vale adaptar o CV para ressaltar as experiências mais relevantes para aquela posição.

4. Frequente cursos e palestras

Utilize o tempo livre ao seu favor, dedicando-se ao desenvolvimento contínuo. Faça cursos em sua área de interesse, frequente eventos e palestras. Além de aumentar sua rede de contatos, estudar durante o período em que estiver fora do mercado demonstra que você não ficou “parado”, é um profissional dedicado a aprender sempre mais.

5. Seja protagonista

Não se faça de vítima e não caia na armadilha de achar que o mundo é injusto, que você foi prejudicado ou que todos são culpados por  sua demissão, menos você. É a hora de olhar para a frente, tomar as rédeas da situação e comandar você mesmo essa mudança na sua história profissional. Uma atitude positiva, de protagonista do seu destino, é percebida e valorizada por recrutadores e possíveis empregadores. Se o motivo da demissão foi uma falta de habilidade ou competência sua, aproveite esse período para preencher essa lacuna e se capacitar.

6. Fuja dos clichês e frases feitas

“Meu problema sempre foi trabalhar demais”, “dou meu sangue pela empresa”, “sou pau para toda obra”, “meu maior defeito é ser perfeccionista”, “eu visto a camisa” e outras frases do gênero devem ser evitadas, tanto no currículo como na entrevista. Além de batido e vazio, esse tipo de afirmação não comunica o seu verdadeiro diferencial. Seja no currículo ou na entrevista, expresse as características que o destacam no mercado de trabalho, aquelas qualidades pelas quais você tem sido reconhecido por colegas e chefes.

7. Não minta sobre a demissão

Esconder uma demissão do recrutador é uma das piores coisas que você pode fazer. Seja honesto, claro e objetivo. Se o entrevistador perguntar por que você saiu da empresa, diga: fui demitido. Não precisa entrar em detalhes. Responda somente o que for perguntado e, ao falar sobre os motivos, seja objetivo e imparcial. Caso o motivo tenha sido alguma deficiência sua, exponha a razão com cuidado e diga o que fez para superar esse ponto fraco. Por exemplo: “O perfil da área mudou e a empresa precisava de alguém que falasse inglês. Já estou fazendo um curso para desenvolver essa habilidade.” Mas atenção! Só fale o que realmente estiver fazendo.

8. Faça networking

Sabe aquele ditado, “quem não é visto não é lembrado”? Cuide de sua rede de relacionamentos, ligue para seus conhecidos com frequência e, quando tiver abertura, exponha seu interesse profissional. Não se trata de implorar uma indicação, ou se fazer de vítima. Seja objetivo e breve quanto às suas expectativas de carreira. Cultivar sua rede de contatos profissionais e pessoais é algo que deve ser feito constantemente, não apenas quando for demitido. Por isso, mesmo quando conseguir voltar ao mercado, mantenha contato com a sua rede.

9. Considere oportunidades temporárias

Apareceu uma vaga temporária? Não descarte essa possibilidade. Ela pode ser a porta de entrada para ocupar outra posição na mesma empresa futuramente ou, no mínimo, você terá acumulado mais uma experiência no currículo enquanto procura um novo emprego.

10. Empresas de recolocação (outplacement) e head-hunters

Dependendo da posição que você ocupava na empresa, pode ser que receba o apoio de uma consultoria de recolocação profissional no pacote de demissão. Além de ajudá-lo no preparo do seu currículo e na identificação de seu perfil profissional, essas consultorias prestam assessoria em todo o processo de seleção, podendo também indicá-lo para vagas em firmas parceiras. Você também pode contratar esses serviços individualmente (procure referências!), ou entrar em contato com head-hunters e empresas especializadas em recrutamento e seleção.

Fonte:

Lei – Conceito

“As Leis existem em virtude de uma necessidade social para a qual não há entendimento objetivo que possa equilibrar os interesses dos envolvidos numa disputa”

A lei é uma norma jurídica ditada por uma autoridade pública competente. [Criar as Leis], em geral, é uma função que recai sobre os legisladores dos congressos nacionais dos países, com prévio debate e o texto que a impulsiona e que deverá observar um cumprimento obrigatório por parte de todos os cidadãos, sem exceção, de uma Nação, porque da observação destas dependerá que um país não termine transformado numa anarquia ou caos.

[…] A finalidade das leis é a de contribuir ao lucro do bem comum das pessoas que fazem parte de uma sociedade organizada determinando a base dos deveres e direitos, o seu não cumprimento, é claro, acarretará em uma sanção que pode, segundo a importância da norma que se tenha violado, implicar num castigo de cumprimento de prisão ou a realização de algum trabalho de cunho comunitário que não implica na privação da liberdade, mas que deverá ser cumprido ao pé da letra, igualmente, para que assim deixe saldada a falta cometida.

As leis nasceram com o objetivo de limitar o livre arbítrio dos seres humanos que vivem inseridos numa sociedade e são o principal controle que ostenta um estado para vigiar que a conduta de seus habitantes não se desvie, nem termine prejudicando a seu próximo.

As leis são a fonte principal do direito e se distinguem pelas seguintes características:

1) Generalidade, que devem ser cumpridas por TODOS, sem exceção; 2) Obrigatoriedade, supondo um caráter imperativo-atributivo que significa que, por um lado outorga deveres jurídicos, e pelo outro, direitos; 3) Permanência, ou seja, quando são promulgadas não têm uma data de vencimento, pelo contrário, sua duração será indefinida no tempo até que um órgão competente determine seu cancelamento por alguma causa válida e previamente convinda; 4) Abstrata e impessoal, que implica que uma lei não se concebe para resolver um caso em particular, senão que move a generalidade dos casos que possa abarcar e por último, 5) [Reputação, que tenha reputação ou seja conhecida, de modo] que ninguém possa argumentar que não a cumpriu por desconhecimento.

Fonte:

Autor. Editorial QueConceito. Sao Paulo.
Disponível em: https://queconceito.com.br/lei . Acesso em: [14/11/2019]

Direito Civil, Direito do Trabalho e Direito Empresarial

Quais os impactos destes ramos do direito sobre a Gestão Administrativa nas Empresas Privadas e em seu Controle Interno de ações?

Os ramos do Direito estão intimamente ligados e por isso é quase impossível dissociá-los mentalmente. A questão central no estudo do Direito, seja ele qual for, é que ele foi instituído com a finalidade primordial de mediar as disputas entre particulares e destes com os poderes público e privado.

Dessa forma, os elementos do Direito são extraídos e complementados uns dos outros, de modo a equilibrar as partes de uma disputa quando houver Lei específica ou quando não houver tipificação.

A sociedade tem buscado formas de resolver seus conflitos de forma civilizada, pois acredita que, apenas desse modo, é possível haver harmonia em sociedade.[i] Dado que para todos os efeitos do Direito a vida civil é realizada na práxis, através disto a que chamamos “vida em família combinada com prática da propriedade privada”, então vemos que é no seio da família que o direito começa a se constituir.

No momento em que surgiu a necessidade de trabalho remunerado como forma de subsistência, as relações de particulares entre si e destes com as instituições tornaram-se mais complexas. Como consequência, tornou-se indispensável um aparelho capaz de regular juridicamente os atos decorrentes do processo natural de interação dos homens. Nesse contexto, o Direito do Trabalho surgiu como uma transformação ocorrida no âmago da sociedade, a partir dos efeitos das pressões que a cidadania organizada exerceu em algum momento.[ii]

Noutros termos, as transformações pelas quais passaram as relações de trabalho e emprego no Brasil e no mundo foram possíveis graças ao processo de intervenção política da sociedade civil. Processo este, que vem se aprimorando desde o período compreendido entre as duas guerras mundiais.[iii]

Antecedendo a instituição do Direito do Trabalho, veio o Direito Empresarial, cujas bases foram lançadas pela atividade comercial no século XIX. Da atividade comercial, que dava conta apenas das relações de comércio, foram extraídos os princípios fundamentais para regulamentar todo o conjunto de práticas empresariais (força de trabalho, fatores de produção, comercialização, etc.).[iv] A partir daí viu-se que a atividade empresarial como um todo dialogava com os demais setores da sociedade, portanto, as normas que a regem deveriam estar inseridas num contexto muito mais amplo.

Assim, “a primeira legislação que se filiou a essa nova teoria foi o Código Civil Italiano de 1942, considerado o grande marco da transformação desse ramo do Direito que, aliás, passou a receber uma nova denominação: Direito Empresarial. Inspirada no modelo do Código Civil Italiano de 1942, a moderna Lei Civil brasileira acabou por provocar uma fusão legislativa entre os dois ramos do Direito Privado, unificando normas básicas do Direito Civil e do Comercial.”[v]

Logo, vê-se que a gestão administrativa das empresas privadas e seus controles internos deve estar em perfeita sincronia com as regras gerais da sociedade civil. Mas o que isto significa, na prática, para o administrador de empresas? Significa que suas decisões tanto impactam quanto são impactadas pelas normais gerais da nação (sociedade, meio-ambiente, força de trabalho, etc.) e observar o que diz a Lei é condição para a boa prática da atividade empresarial em todo e qualquer ramo de atuação.


Referências:

[i] Instituição do Direito público e Privado, pág. 72.

[ii] Instituição do Direito público e Privado. Pág. 127.

[iii]Poder, Cultura e Ética nas Organizações. Disponível em: Coeficiente.me

[iv] Instituição do Direito público e Privado. Pág. 104.

[v] Instituição do Direito público e Privado. Pág. 105.