Oferta de Emprego x Recolocação Profissional

Business Handshake

Ficar desempregado pode ser um baque, mas com um pouco de organização e estratégia você pode se recolocar no mercado e até mesmo dar uma guinada na carreira. A recolocação profissional fica mais fácil e rápida quando você mantém o foco nas atitudes e tem um plano de ação para voltar ao mercado.

Sabemos que a situação é complicada no momento atual, mas com atitudes e disposição é possível. Por isso, visando ajudar, segue 10 dicas que podem ser úteis:

1. Organize suas finanças

Uma demissão pode desestabilizar o profissional não apenas emocionalmente, mas também financeiramente. Organize suas contas de forma racional e esteja preparado para ficar um período maior do que o esperado sem emprego. Assim você correrá menos riscos de entrar no modo “desespero” e terá mais tranquilidade e estabilidade emocional para enfrentar essa fase.

2. Reflita sobre seus objetivos de carreira

Aproveite para refletir sobre a sua trajetória profissional, listando suas principais conquistas e aprendizados. Pensar na experiência que você acumulou também reforça a autoestima e ajuda a adotar uma postura mais positiva. Estabeleça o que quer de sua carreira daqui para a frente, trace suas metas e objetivos profissionais antes de sair disparando o currículo por aí.

3. Atualize seu currículo

Depois de refletir sobre suas qualidades e experiência, capriche na atualização do currículo. Ressalte os resultados que você conseguiu e alimente as redes sociais profissionais (como o Linkedin) e seu portfólio de projetos (se for o caso). Se você estiver se candidatando a uma vaga específica, vale adaptar o CV para ressaltar as experiências mais relevantes para aquela posição.

4. Frequente cursos e palestras

Utilize o tempo livre ao seu favor, dedicando-se ao desenvolvimento contínuo. Faça cursos em sua área de interesse, frequente eventos e palestras. Além de aumentar sua rede de contatos, estudar durante o período em que estiver fora do mercado demonstra que você não ficou “parado”, é um profissional dedicado a aprender sempre mais.

5. Seja protagonista

Não se faça de vítima e não caia na armadilha de achar que o mundo é injusto, que você foi prejudicado ou que todos são culpados por  sua demissão, menos você. É a hora de olhar para a frente, tomar as rédeas da situação e comandar você mesmo essa mudança na sua história profissional. Uma atitude positiva, de protagonista do seu destino, é percebida e valorizada por recrutadores e possíveis empregadores. Se o motivo da demissão foi uma falta de habilidade ou competência sua, aproveite esse período para preencher essa lacuna e se capacitar.

6. Fuja dos clichês e frases feitas

“Meu problema sempre foi trabalhar demais”, “dou meu sangue pela empresa”, “sou pau para toda obra”, “meu maior defeito é ser perfeccionista”, “eu visto a camisa” e outras frases do gênero devem ser evitadas, tanto no currículo como na entrevista. Além de batido e vazio, esse tipo de afirmação não comunica o seu verdadeiro diferencial. Seja no currículo ou na entrevista, expresse as características que o destacam no mercado de trabalho, aquelas qualidades pelas quais você tem sido reconhecido por colegas e chefes.

7. Não minta sobre a demissão

Esconder uma demissão do recrutador é uma das piores coisas que você pode fazer. Seja honesto, claro e objetivo. Se o entrevistador perguntar por que você saiu da empresa, diga: fui demitido. Não precisa entrar em detalhes. Responda somente o que for perguntado e, ao falar sobre os motivos, seja objetivo e imparcial. Caso o motivo tenha sido alguma deficiência sua, exponha a razão com cuidado e diga o que fez para superar esse ponto fraco. Por exemplo: “O perfil da área mudou e a empresa precisava de alguém que falasse inglês. Já estou fazendo um curso para desenvolver essa habilidade.” Mas atenção! Só fale o que realmente estiver fazendo.

8. Faça networking

Sabe aquele ditado, “quem não é visto não é lembrado”? Cuide de sua rede de relacionamentos, ligue para seus conhecidos com frequência e, quando tiver abertura, exponha seu interesse profissional. Não se trata de implorar uma indicação, ou se fazer de vítima. Seja objetivo e breve quanto às suas expectativas de carreira. Cultivar sua rede de contatos profissionais e pessoais é algo que deve ser feito constantemente, não apenas quando for demitido. Por isso, mesmo quando conseguir voltar ao mercado, mantenha contato com a sua rede.

9. Considere oportunidades temporárias

Apareceu uma vaga temporária? Não descarte essa possibilidade. Ela pode ser a porta de entrada para ocupar outra posição na mesma empresa futuramente ou, no mínimo, você terá acumulado mais uma experiência no currículo enquanto procura um novo emprego.

10. Empresas de recolocação (outplacement) e head-hunters

Dependendo da posição que você ocupava na empresa, pode ser que receba o apoio de uma consultoria de recolocação profissional no pacote de demissão. Além de ajudá-lo no preparo do seu currículo e na identificação de seu perfil profissional, essas consultorias prestam assessoria em todo o processo de seleção, podendo também indicá-lo para vagas em firmas parceiras. Você também pode contratar esses serviços individualmente (procure referências!), ou entrar em contato com head-hunters e empresas especializadas em recrutamento e seleção.

Fonte:

Plano de Carreira: A construção da carreira profissional na contemporaneidade

“O bem estar profissional é responsabilidade de cada um”

Até bem pouco tempo, os jovens, ao escolherem sua futura profissão, acreditavam que teriam que escolher algo definitivo, para o resto de suas vidas e acertarem esta escolha. A ideia de acerto-erro, de vocação única, de que a escolha profissional é definitiva são mitos que perduraram até bem pouco tempo e que ainda pairam no imaginário de muitos jovens, dificultando a construção de sua carreira profissional.

Tais mitos se relacionam a uma visão de carreira já ultrapassada, que considerava a carreira como uma estrutura pré-determinada, previsível, estável, linear. O gerenciamento da carreira dependia basicamente do empregador, da empresa; a carreira era vista como um produto. Na atualidade esta visão mudou. A carreira nos dias de hoje está constantemente sujeita a mudanças, transições, rupturas, instabilidade, o que exige do indivíduo muita flexibilidade e adaptabilidade. A carreira é um processo, uma estrutura em construção permanente, e cabe ao indivíduo  gerenciá-la  (Ribeiro, 2009, 2011).  

Como ajudar os jovens a construírem seu projeto profissional na conjuntura atual? Como assessorá-los no gerenciamento de sua carreira? É primordial que o indivíduo  conheça o mais amplamente possível suas características, forças e fraquezas, interesses, competências, valores, conflitos e expectativas relacionados à sua vida profissional e pessoal. É necessário também conhecer a realidade atual do mundo do trabalho, novas profissões/ocupações, a interface entre várias delas, as exigências do mercado de trabalho na contemporaneidade. A partir da ampliação destes conhecimentos ele terá condições de perceber que existem muitos caminhos e possibilidades para a sua trajetória profissional e que em vários deles ele poderá se realizar e ser feliz. Saber tomar decisões também é muito importante. Estabelecer e analisar critérios facilita a tomada de decisões assertivas (Neiva, 2013). A construção e gerenciamento da carreira profissional exige uma revisão constante de si mesmo, das motivações, objetivos e metas, não só relacionados à vida profissional, mas também às outras áreas da vida. 

Portanto, é recomendável que as pessoas cuidem devidamente de suas carreiras e busquem ajuda para esta tarefa, quando necessário. Serviços de Orientação Profissional, Orientação de Carreira, Coaching estão disponíveis no mercado e seus resultados geram crescimento e amadurecimento para a tomada de decisões profissionais. 

O bem estar profissional é responsabilidade de cada um de nós e ele contribui para a nossa saúde e qualidade de vida. 

Autora: Kathia Maria Costa Neiva 

Mini Currículo: Psicóloga (PUC-SP), especializada em Orientação Profissional pelo Instituto Sedes Sapientiae (S.P.), Doutora em Psicologia (Universidade Paris V – René Descartes), ampla experiência como professora universitária, coordenadora de curso de psicologia, psicóloga clínica, orientadora profissional e de carreira. Membro da ABOP – Associação Brasileira de Orientadores Profissionais. Autora das seguintes obras publicadas pela Vetor Editora: Processos de Escolha e Orientação Profissional (2013, 2ª ed.),  Intervenção Psicossocial: aspectos teóricos, metodológicos e experiência práticas (2010), Escala de Maturidade para a Escolha Profissional – EMEP (1999) e Jogo – Critérios para a Escolha Profissional (2008, 2ª ed.), além de vários artigos e capítulos de livros.  Atualmente atende em consultório e ministra aulas em cursos de extensão e especialização.

Referências

NEIVA, K.M.C. Processos de Escolha e Orientação Profissional. 2. ed. São Paulo, Vetor Editora, 2013.

RIBEIRO, M. A. Sexta demanda-chave para a Orientação Profissional: Como ajudar o indivíduo a construir dinamicamente sua carreira em um mundo em transição? Enfoques contemporâneos. In: Ribeiro, M.A. Melo-Siva, L.L. Compêndio de Orientação Profissional e de Carreira. Vol. 2. São Paulo: Vetor Editora, 2011, Cap 1, pp 15-51.

RIBEIRO, M. A. Carreira: transformações de uma concepção na teoria e na prática. In: Ribeiro, M.A.   Psicologia e gestão de pessoas: reflexões críticas e temas afins . São Paulo: Vetor Editora, 2009, Cap. IV. 


Fonte:

Seja um colaborador do nosso projeto

As crises, as transições e as mudanças são as melhores ocasiões para que as inovações aconteçam. Mas para que ocorram é preciso criar as condições necessárias. Para criar essas condições basta haver colaboração, pois é pelo conjunto dos esforços que nos fortalecemos para superar as dificuldades. Então, colaborar é condição para fazer acontecer. Se você se identifica com estas ideias, colabore conosco e vamos melhorar juntos. As recompensas são subjetivas, mas os ganhos são concretos.

Requisitos:

  • Gostar de ler;
  • Gostar de escrever;
  • Disponibilidade para postar de 1 (uma) a 2 (duas) vezes por semana.

Recompensas:

  • Aprender com os próprios estudos e com os feedbacks;
  • Democratizar entendimentos;
  • Disseminar conhecimentos.
  • Contribuir para o fortalecimento da coletividade.

Ricardo Cunha

#coeficiente #RicardoCunha #colaborar #DepartamentoPessoal

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial-SENAI (2004/2017)

Apesar de ser uma entidade privada, o SENAI sempre teve a sua gestão – contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial – controlada e fiscalizada pelo Tribunal de Contas da União, assim como o seu orçamento ratificado pela República. Integrante do “Sistema S”, a Instituição mantêm relações de trabalho que demanda capacidade para lidar com questões de média e alta complexidade.

  • Cargo: Analista de Departamento de Pessoal (atuou no processo de implantação do sistema de ERP com orientação para os processos da Área de Administração de Pessoal);
  • Sistema Operacional: TOTVS RM LABORE.
  • Tempo: 03/2004 a 03/2017

Principais Atividades:

  • Folha de Pagamento, Férias e Rescisão (todos os processos/rotinas);
  • FGTS, INSS, IRRF
  • Contribuição Sindical (todas os processos/rotinas);
  • RAIS e DIRF (todo o processo);
  • Fiscalizações trabalhistas e Auditorias (documentação e atendimento);
  • Suporte à Gestão;
  • Auditoria da documentação das prestadores de serviços terceirizados;
  • Arquivista;
  • Controle de Patrimônio do setor;

 

Paulo Sérgio Araújo de Moura (2001/2003)

Escritório contábil cuja carteira de clientes variava de micro a grandes empresas. As relações de trabalho mantida pelos clientes demandava capacidade para lidar com questões de média  e de alta complexidade.

  • Cargo: Analista de Departamento Pessoal (atuou na implantação do sistema de folha de pagamento).
  • Sistema operacional: FORTES SISTEMAS.
  • Tempo: 04/2001 a 10/2003

Principais Atividades:

  • Folha de Pagamento, Férias e Rescisão (todos os processos/rotinas);
  • FGTS, INSS, IRRF;
  • Contribuição Sindical (todas os processos/rotinas);
  • RAIS e DIRF (todo o processo);
  • Fiscalizações trabalhistas e Auditorias (documentação e atendimento);
  • Suporte à Gestão;
  • Arquivista.

Carlos Roberto de Melo Castro (1999)

Escritório contábil cuja carteira de clientes variava de micro a grandes empresas. As atividades contábeis mantidas pelos clientes demandava capacidade para lidar com questões de baixa e média complexidade.

  • Cargo: assistente administrativo
  • Tempo: 03/1999 a 11/1999

Principais Atividades:

  • Folha de Pagamento, Férias e Rescisão (alimentação de dados e conferências);
  • Classificação e conciliação de contas contábeis;
  • Fiscalizações trabalhistas e Auditorias (documentação e atendimento);
  • Homologação de rescisões nos diversos sindicatos;
  • Arquivista;
  • Contínuo.

 

Adriano Bezerra Barroso (1997/1999)

Escritório contábil cuja carteira de clientes variava de micro a grandes empresas. As atividades contábeis mantidas pelos clientes demandava capacidade para lidar com questões de baixa e média complexidade.

  • Cargo: Assistente Administrativo
  • Tempo: 06/1997 a 02/1999

Principais Atividades:

  • Classificação e conciliação de contas contábeis (alimentação de dados e conferências);
  • Fiscalizações trabalhistas e Auditorias (documentação e atendimento);
  • Homologação de rescisões nos diversos sindicatos;
  • Arquivista;
  • Contínuo.